Ferramentas rápidas para planejamento financeiro. Todos os cálculos são locais, sem envio de dados — e cada uma resolve uma pergunta específica da sua vida financeira.
R$ 105.130
R$ 61.000
R$ 44.130
3 anos e 6 meses
R$ 61.391
R$ 38.609 (38.6%)
25.0%
23 anos
Responde a pergunta mais importante do planejamento de longo prazo: quanto meu dinheiro rende se eu investir todo mês? É o cálculo que está por trás de aposentadoria, meta de FI e patrimônio. Exemplo: R$ 1.000 iniciais + R$ 500/mês a 10% ao ano por 10 anos viram cerca de R$ 105 mil — sendo que você investiu R$ 61 mil e os juros contribuíram com os outros R$ 44 mil. Quanto mais tempo você dá ao dinheiro, maior a participação dos juros no resultado.
Inverte a conta anterior: dado um alvo (entrada de imóvel, viagem, reserva de emergência), ela descobre quanto tempo você precisa até chegar lá. Útil para decidir entre duas metas concorrentes ou para perceber que um objetivo ambicioso exige aporte maior ou horizonte mais longo.
Mostra quantos reais de hoje um valor do futuro representa — ou o inverso: quanto um valor de hoje perde de poder de compra. R$ 100 mil hoje, com inflação de 5% ao ano, compram apenas cerca de R$ 61 mil em bens daqui a 10 anos. É por isso que investir em renda fixa com juro abaixo da inflação é, na prática, perder dinheiro devagar.
Calcula seu percentual de poupança (quanto da renda você não gasta) e o tempo até a independência financeira pela regra dos 25x. Quanto maior a taxa de poupança, menos anos você trabalha: guardando 10% da renda, são cerca de 33 anos até a FI; guardando 50%, o caminho se reduz a aproximadamente 13 anos. Para devs, é a ferramenta mais estratégica do conjunto — porque ela conecta diretamente salário, gastos e liberdade.
Juros compostos são juros sobre juros: no mês seguinte, o rendimento incide sobre o montante já acumulado, não só sobre o capital inicial. É crescimento exponencial — o mesmo fenômeno que faz uma métrica dobrar a cada ano parecer inofensiva no início e avassaladora no fim.
Duas consequências práticas para o dev que investe:
Para projeções de longo prazo, use um retorno real (já descontando a inflação) em vez do retorno nominal. Um CDB que paga 100% do CDI hoje rende cerca de 10% ao ano, mas com IPCA de 5% o ganho real é de aproximadamente 4,8%. Simular com retorno nominal e inflação separada é o caminho mais honesto — e é exatamente o que faz o simulador principal, que busca Selic e IPCA atualizados na API do Banco Central.
Dica de cenários: simule com retorno conservador, médio e otimista (por exemplo 0%, 4% e 6% reais) e tome decisões olhando o caso intermediário, não o otimista.